Se você não for redirecionado automaticamente, clique aqui.
ago132026NotíciasCréditos: HoustonRS via PixabayO estudo inédito A Economia Comportamental dos Pontos, realizado pela Livelo com o LAB Humanidades (AlmapBBDO), revelou que 79% dos usuários brasileiros consideram o saldo em programas de fidelidade tão real e valioso quanto o dinheiro na conta corrente. A pesquisa indica que o acúmulo de pontos deixou de ser encarado como brinde para se consolidar como patrimônio, reserva de emergência e estratégia de organização do orçamento familiar. Programas de fidelidade como ativo financeiro Os pontos dos programas de fidelidade deixaram de ser apenas uma recompensa por uma compra e passaram a ocupar um espaço cada vez maior na vida financeira dos brasileiros. É o que mostra o estudo inédito “A Economia Comportamental dos Pontos”, realizado pela Livelo em parceria com o LAB Humanidades, da AlmapBBDO. Entre os usuários de programas de fidelidade, 87% consideram o acúmulo de pontos uma forma de economia efetiva no orçamento familiar, enquanto 80% afirmam que os programas ajudam na organização financeira. Para 79%, o saldo de pontos é tão real e valioso quanto o dinheiro disponível na conta corrente. A pesquisa ouviu 1.250 pessoas entre 18 e 60 anos, de todas as regiões do Brasil, sendo 70% usuários e 30% não usuários de programas de fidelidade. Os resultados mostram que os pontos passaram a influenciar não apenas o momento do resgate, mas também decisões de consumo e a maneira como os consumidores administram o próprio dinheiro. Pontos já são vistos como patrimônio A mudança de percepção fica ainda mais evidente quando o consumidor é questionado sobre o que seu saldo representa. 85% dos usuários consideram os pontos um patrimônio, como dinheiro, enquanto 84% sentem que perdem algo que já lhes pertence quando eles expiram. Para 72%, o saldo acumulado funciona como uma espécie de reserva de emergência, e 79% afirmam sentir maior segurança financeira por saber que possuem pontos disponíveis. googletag.cmd.push(function() { googletag.display('div-gpt-ad-1565968070217-0'); }); Os programas também aparecem como uma forma de antecipar conquistas. Para 75% dos entrevistados acreditam que os pontos funcionam como um atalho para produtos e experiências que seriam mais difíceis de alcançar apenas com a renda mensal. Pontos também mudaram a forma de usar o cartão A percepção de valor não fica restrita ao saldo acumulado. O estudo mostra que os programas de fidelidade também passaram a influenciar o comportamento financeiro. 82% dos usuários afirmam acompanhar a fatura do cartão de crédito com mais rigor desde que começaram a acumular pontos. O mesmo percentual diz ter migrado pagamentos que antes eram feitos com débito, Pix ou dinheiro com o objetivo de aumentar o acúmulo de benefícios. A relação com o cartão também mudou: 79% afirmam ter deixado de enxergá-lo como um vilão, passando a utilizá-lo como uma ferramenta de controle e geração de vantagens. Outros 80% dizem se considerar financeiramente mais inteligentes do que a média por saber juntar pontos. Um novo índice para medir a fidelidade Além da pesquisa, a Livelo lançou o Índice Livelo da Fidelidade (ILF), criado para acompanhar como os brasileiros percebem e utilizam os programas de pontos ao longo do tempo. Na primeira edição, o indicador alcançou 75,8 pontos. Ele é formado por três dimensões: Índice de Potência de Consumo (IPC): 72,5 pontos — mede a percepção dos pontos como um ativo de valor, capaz de ampliar o poder de compra. Índice de Influência Comportamental (IIC): 77,6 pontos — avalia como os programas interferem nas decisões de compra, nos meios de pagamento e na concentração de gastos. Índice de Confiança e Transparência (ICT): 77,4 pontos — mede a confiança dos consumidores nos programas, considerando aspectos como segurança, previsibilidade, transparência e resolução de demandas. Os três indicadores ficaram acima de 70 pontos, patamar que o estudo classifica como um comportamento consolidado. googletag.cmd.push(function() { googletag.display('div-gpt-ad-1565968070217-1'); }); “Temos acompanhado uma grande mudança no comportamento do consumidor. Os programas de fidelidade deixaram de ser um ‘brinde’ para se tornarem um ativo das pessoas, influenciando decisões do dia a dia. Isso mostra que a fidelidade passou a ocupar um espaço relevante na economia das famílias e reforça a importância de oferecer um ecossistema capaz de transformar pontos em valor real para consumidores, empresas e parceiros”, afirma André Fehlauer, CEO da Livelo. “O mais fascinante nesse estudo é confirmar que os pontos operaram uma transformação cultural no Brasil. Sem alarde, deixaram de ser um detalhe da compra para se tornarem relevantes em toda a jornada de consumo. Hoje, as pessoas pensam, planejam e decidem em pontos”, afirma Rita Almeida, líder do LAB Humanidades, da AlmapBBDO. No fim, os números mostram uma mudança interessante: para uma parcela significativa dos brasileiros, juntar pontos já não é apenas uma consequência de gastar. Eles passaram a entrar na conta — literalmente — na hora de organizar o orçamento, escolher como pagar e planejar o que fazer com o dinheiro. Para saber mais Para conferir outros destinos que publicamos no Pontos pra Voar, clique aqui. Que tal nos acompanhar no Instagram para não perder nossas lives e também nos seguir em nosso canal no Telegram? O Pontos pra Voar pode eventualmente receber comissões em compras realizadas através de alguns dos links e banners dispostos em nosso site, sem que isso tenha qualquer impacto no preço final do produto ou serviço por você adquirido. Quando publicamos artigos patrocinados, estes são claramente identificados ao longo do texto. Para mais informações, consulte nossa Política de Privacidade. Não usamos inteligência artificial na geração de conteúdo do Pontos pra Voar. Os conteúdos são autorais e produzidos pelos nossos editores. Compartilhe com os amigos:Tweet Share on Telegram(abre em nova janela) Telegram Share on WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp Curtir isso:Curtir Loading…TAGS: liveloPESQUISA Autor: Alessandra Sabbag Jornalista de formação, sempre ansiosa pela próxima viagem, e amante da liberdade que só uma boa estrada ou um bom voo podem proporcionar. De uma realidade simples, a Alessandra de antes nem sonharia em embarcar em um avião até que o fez uma vez e nunca mais esqueceu. A partir daí cresceram vários sonhos e uma lista enorme de lugares pelo mundo e pelo Brasil. Navegação de post:AnteriorPost anterior:Alerta de passagens PPV! Viaje para a Europa a partir de 79 mil milhas Smiles + taxasRelated PostsKLM muda serviço de bordo na Europa e passa a oferecer refeições pagas e pré-encomenda1 hora atrásEmirates presenteia cliente com upgrade para executiva e status Gold ao atingir 2 milhões de passageiros em Stansted2 horas atrás googletag.cmd.push(function() { googletag.display('div-gpt-ad-1556913755435-5'); });