O Aeroporto de Congonhas acaba de inaugurar uma sala de embarque remoto ampliada, proporcionando mais espaço e conforto para os passageiros.
Localizada no piso térreo do terminal, a área mais que dobrou de tamanho, passando de 1,4 mil m² para 3,3 mil m².
"O objetivo dessa ampliação é oferecer mais espaço, comodidade e serviços para os passageiros enquanto aguardam seus voos.
Nosso compromisso é proporcionar uma experiência cada vez mais agradável e eficiente em Congonhas”, explica Kleber Meira, diretor-executivo do aeroporto.
A nova sala de embarque foi projetada para otimizar o conforto e a circulação, além de aumentar a variedade de serviços disponíveis.
Embora o número de portões de embarque permaneça o mesmo, a ampliação permite ambientes de espera mais amplos, um aumento significativo no número de assentos (de 213 para 339) e uma expansão das opções comerciais.
Entre as novas opções, os passageiros encontrarão serviços de beleza e bem-estar da Bluma, a livraria Aerobook, a drogaria Farmais e lojas como Fuel e Loft.
A área de alimentação foi reforçada com unidades do A Saideira, Heladeria Havana, Hot Dog Club, La Guapa, Nescafé e No Ar.
A reforma também reorganizou os pontos de parada dos ônibus que transportam os passageiros até as aeronaves, que agora estacionam diretamente em frente aos portões de embarque, facilitando o acesso e a orientação.
Essa sala de embarque remota continuará em operação até junho de 2028, data prevista para a entrega do novo terminal de passageiros do Aeroporto de Congonhas.
Com a conclusão da obra, o número de pontes de embarque aumentará de 12 para 19, permitindo que mais de 70% dos passageiros utilizem o embarque por fingers.
O embarque remoto será então transferido para o hangar tombado pelo Patrimônio Histórico, que será restaurado e adaptado para essa finalidade.
As melhorias fazem parte de um investimento total de R$ 2,4 bilhões que a Aena realizará em Congonhas nos próximos três anos.
Além do novo terminal, as obras incluem intervenções em sistemas de ar-condicionado, instalações elétricas e hidráulicas, recuperação de pavimentos e reforma dos banheiros.
A expectativa é que, com o novo terminal, sejam retomados os voos comerciais internacionais, restritos a países da América do Sul, uma vez que a pista de Congonhas não comporta aeronaves de maior porte.
Com informações de Passageiro de Primeira